Pular para o conteúdo principal

Ritual da Mani dos Munduruku de Takuara


Ritual de pintura na Festa da Mani, aldeia de Takuara, margem do rio Tapajós em 2011. Sr. Assis Munduruku pintando meu corpo com traços Mundurukus.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Aula de Filosofia Ecológica na Reserva Botânica do Cairé Cará-Uari

Plano de aula de campo das disciplinas “Antropologia Educacional” e “Filosofia da Educação” Título da aula: O aqüífero Alter-do-Chão e a Filosofia Ecológica Público: Alunos dos cursos de Pedagogia e Matemática da Universidade Federal do Oeste do Pará – UFOPA, em particular os matriculados nas turmas PED/2010 e MAT/2008. Professor Responsável: Ms.C. Gilberto César Lopes Rodrigues Local: Reserva Botânica do Cairé – Alter do Chão Data: 26/06/2011 Horário: 8:00h as 14:00h Descrição das atividades: I – atividade teórica Consistirá de duas exposições com duração de 40 minutos. Uma sobre os aspectos convergentes e divergentes dos aqüíferos Guarany e Alter do Chão e outra tratando de uma introdução à área da filosofia contemporânea intitulada de Filosofia Ecológica. O expositor sobre ao questão dos aqüíferos será o coordenador da Reserva Botânica do Cairá, Sr. Rômulo Sampaio e sobre Filosofia Ecológica o professor da UFOPA Sr. Gilberto César Rodrigues. Após as exposições haverá um debate so...

No Brasil Todo mundo é índio, exceto quem não é (Eduardo Viveiros de Castro)

No Brasil, todo mundo é índio, exceto quem não é Eduardo Viveiros de Castro, pesquisador e professor de antropologia do Museu Nacional (UFRJ) e sóciofundador do ISA Começo por dizer que suspeito que nossa entrevista vai ter de abundar em aspas; não apenas ou principalmente aspas de citação, mas sobretudo aspas de distanciamento. Isso porque essa discussão - quem é índio?, o que define o pertencimento? etc. - possui uma dimensão meio delirante ou alucinatória, como de resto toda discussão onde o ontológico e o jurídico entram em processo público de acasalamento. Costumam nascer monstros desse processo. Eles são pitorescos e relativamente inofensivos, desde que a gente não acredite demais neles. Em caso contrário, eles nos devoram. Donde as aspas agnósticas. A questão que me foi colocada não pára de reaparecer desde que comecei a estudar antropologia, já logo vão 30 anos. Naquela distante época, estávamos sendo acuados pela geopolítica modernizadora da ditadura - era o final dos anos d...